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ONDE COMER – BUENOS AIRES – CUBANO – OYE DE CHICO

Si, amamos parrillas! Pero, nem só disso vive a gigantesca diversidade cosmopolita da Gastronomia porteña, que abarca restaurantes de comida da Armênia, paquistaneses, cubanos, vietnamitas e muito mais.

Ao longo dessa semana dividirei aqui com todos as melhores garfadas multiculturais. Irei além de milanesas, morcillas e parrillas, permitindo-me salivar por toda gama de sabores que Buenos Aires tem a oferecer. Uma das características gastronômicas peculiares da cidade, é ostentar o título de oferecer a culinária típica proveniente dos quatro cantos do mundo.

A cada viagem para os hermanos, divido almoços regados a conhecer a culinária autóctone em “restaurantes a portas fechadas” – uma tendência cada vez mais forte e muito bem vinda – e alterno com jantares para desbravar novos endereços além do circuito manjado.

Mais alguns chegam para engordar a lista e rechear a caderneta de endereços, além dos já queridinhos garimpados em incursões anteriores.

Um deles, é um Restaurante cubano, o Oye Chico. No bairro de San Nicolás, vizinho ao centro, descobrí essa opção de comida típica, simples, e com ótimos preços. É um oásis quando pinta a fome ao caminhar pelo microcentro, e você não quer mergulhar nas opções duvidosas do centrinho. À noite, shows de música e dança ao vivo, além de aulas de salsa.

Na chegada, cubierto com pães simpáticos quentinhos, música caribenha tocando, decoração eclética e painéis com gravuras de personalidades cubanas nas paredes.

Os drinks sem álcool são um arraso, em taças lindas decoradas, como a deliciosa versão sem álcool de piña colada ou o “Coctel Tropical”, com um toque de granadina, tangerina, laranja e abacaxi.

Há uma seção especial no cardápio só de pratos típicos cubanos, além da comida local, como milanesas.

Uma boa pedida é o prato “soy cubano”, com carne de porco, arroz congrí cubano – o arroz já vem todo misturado com feijões – e batatas artesanais sequinhas e crocantes. Tudo muito farto e sem frescura.

Na verdade, esse tipo de arroz tem origem africana, mas foi largamente difundido nas mesas caribenhas, e presente na culinária da América Central. Reza a lenda cubana que o Congris nasceu de um escravo africano que por descuido ferveu o arroz junto com o feijão, resultando nesse nome pitoresco com a contração de “cong”, nome africano para feijão”, e “riz”, arroz em francês.

A Gastronomia possibilita uma viagem com passagem rumo à história, cultura e hábitos de um pais. A culinária cubana é marcante e tem sabores incríveis, fruto da miscigenação de influências dos povos nativos, espanhóis, africanos e caribenhos.
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